Produção Agrícola e Animal

Produção Agrícola e Animal

Objetivos Gerais

Complementar os conhecimentos teóricos e práticos dos participantes sobre a condução e operação de tratores em segurança, tendo em vista a melhoria do seu desempenho na via pública e na exploração e a redução da sinistralidade.

Conteúdos Programáticos

I – Acidentes com tratores em Portugal
                      I 1.1 – Caraterização geral – dados estatísticos;
                      I 1.2 – Acidentes e mortalidade na via pública – incidência, tipo de acidentes e principais causa;
                      I 1.3 – Acidentes e mortalidade na exploração – incidência, tipo de acidentes e principais causas.

II – Condução e prevenção rodoviária com veículos agrícolas –  Código da Estrada,  e Normas aplicáveis.
                      II 1.1 – Habilitação para a condução para tratores agrícolas;
                      II 1.2 – Princípios gerais de trânsito e de segurança rodoviária;
                      II 1.3 – Condutor e o seu estado físico e psicológico;
                      II 1.4 – Condutor e o veículo;
                      II 1.5 – Condutor e os outros utentes da via;
                      II 1.6 – Condutor, a via e os outros fatores externos;
                      II 1.7 – Condutor e o conhecimento do veículo, aptidões e comportamentos;
                      II 1.8 – Legislação aplicável.

III – Veículo seguro – Equipamento de segurança e proteção coletiva  do trator – Código do Trabalho e Normas Aplicáveis
                      III 1.1 – Homologação. Declaração CE de Conformidade. Marcação CE. Manual de instruções;
                      III 1.2 – Consulta do manual de instruções para verificações e manutenção periódicas do veículo;
                      III 1.3 – Estruturas de proteção – Cabine, quadro, arco de “Santo António”;
                      III 1.4 – Sistema de retenção – cinto de segurança;
                      III 1.5 – Protetores de orgãos ativos e quentes;
                      III 1.6 – Extintor;
                      III 1.7 – Sinalização luminosa rotativa;
                      III 1.8 – Espelhos retrovisores;
                      III 1.9 – Caixa de primeiros socorros.

IV – Equipamento de proteção individual
                      IV 1.1 – Descrição, características e função de cada elemento de proteção;
                      IV 1.2 – Cuidados particulares com o vestuário a usar em função das máquinas a operar.

V – Conduzir e operar com o trator em segurança
                      V 1.1 – Principais mandamentos de segurança com o trator;
                      V 1.2 – Cuidados a ter antes de acionar e começar a trabalhar e no acesso ao trator;
                      V 1.3 – Posição do operador para conduzir o trator ou operar comandos periféricos;
                      V 1.4 – Cuidados a ter com o trator acionado;
                      V 1.5 – Cuidados a ter na condução do trator adequada às condições do tráfego, do piso e das condições climatéricas;
                      V 1.6 – Cuidados a ter com outras pessoas;
                      V 1.7 – Cuidados a ter no engate de máquinas e alfaias aos 3 pontos do hidráulico;
                      V 1.8 – Cuidados a ter no engate do reboque e dispositivos de segurança;
                      V 1.9 – Conduzir o trator na via pública – s/ e c/ reboque; s/ e c/ máquinas montadas, semi-montadas ou rebocadas;
                      V 1.10 – Cuidados a ter para evitar o reviramento ou o capotamento do trator;
                      V 1.11 – Boas práticas de segurança na condução, operação e engate/desengate de reboques e semi-reboques e outras máquinas agrícolas e saúde no trabalho agrícola.

VI – Conduzir o trator em condições perigosas e operar com orgãos ativos
                      VI 1.1 – Conduzir e operar em terreno acidentado;
                      VI 1.2 – Conduzir e operar o trator com carregador frontal;
                      VI 1.3 – Conduzir e operar o trator com reboque carregado e descarregado;
                      VI 1.4 – Cuidados a ter com o uso da báscula do reboque;
                      VI 1.5 – Operar  com a TDF (tomada de força) – Sistemas mecânicos de segurança para o veio, e de proteção para o operador;
                      VI 1.6 – Operar com o sistema hidráulico;
                      VI 1.7 – Velocidade no trator adequada às condições do piso e das condições climatéricas;
                      VI 1.8 – Travar o trator. Utilizar o sistema de travagem. Combinar a travagem com a utilização da caixa de velocidades;
                      VI 1.9- Respeitar as distâncias de segurança relativamente a cômoros, valas e precipícios;
                      VI 1.10 – Boas práticas de segurança na condução, operação e engate/desengate de reboques e semi-reboques e outras máquinas agrícolas e saúde no trabalho agrícola.

Carga Horária

35 Horas

Objetivo Geral

Potenciar nos/as formandos/as habilidades e conhecimentos específicos para a utilização de equipamentos de trabalho, nomeadamente, manobrar máquinas e alfaias agrícolas em segurança.

Contéudos Programáticos

I – Sensibilização em HSST no local de trabalho;

II – Principais causas de sinistralidade (situações anormais previsíveis);
                      II 1.1 – Consciência de segurança;
                      II 1.2 – Prevenção dos acidentes de trabalho;
                      II 1.3 – Custos dos acidentes;
                      II 1.4 – Consequências dos acidentes e doenças profissionais.

III – Procedimentos de Segurança (condições de utilização de equipamentos) em:
                      III  1.1 – Tratores;
                      III 1.2 – Equipamento de mobilização de solo (arado);
                      III 1.3 – Equipamentos de sementeira;
                      III 1.4 – Equipamentos para corte;
                      III 1.5 – Equipamentos de acondicionamento;
                      III 1.6 – Ceifeira-debulhadora;
                      III 1.7 – Motos ceifeiras/segadeiras;
                      III 1.8 – Motosserras;
                      III 1.9 – Motos roçadoras;
                      III 1.10 – Carregadores Transportadores;
                      III 1.11 – Guincho;
                      III 1.12 – Rachadores de lenha;
                      III 1.13 – Destroçador florestal;
                      III 1.14 – Reboque florestal;
                      III 1.15 – Grades de disco florestais;
                      III 1.16 – Estilhadores;
                      III 1.17 – Rechegadores.

 Carga Horária

16 Horas
 

Objetivo Geral

Capacitar os participantes com conhecimentos,competências e atitudes na área da Mecanização Agrícola, necessários ao exercício da atividade de Formador em ações de Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos

Conteúdos Programáticos

I – Trator
                      I 1 – Motor, transmissão e sistema hidráulico
                      I 2 – Painel de instrumentos e comandos

II – Engate e regulações comuns
                      II 1 – Nomenclatura dos órgãos exteriores do sistema hidráulico
                      II 2 – Ordem de engate e desengate de alfaias
                      II 3 – Utilização dos comandos do hidráulico
                      II 4 – Regulações comuns
                      II 5 – Veios telescópicos de cardans e acionamento por dispositivo hidráulico

III – Máquinas e equipamentos de tratamento e proteção das plantas
                      III 1 – Normas de segurança e de minimização dos riscos na utilização do trator, das máquinas e na aplicação de PFF
                      III 2 – Tipos de máquinas e equipamento de tratamento e proteção de plantas, constituição e funcionamento
                      III 3 – Regulações, calibrações e afinações
                      III 4 – Técnicas de aplicação, determinação de débitos e ensaios
                      III 5 – Cuidados com o equipamento após a utilização. Manutenção e conservação

Carga Horária

35 Horas  

 

 

Objectivos gerais

Capacitar os/as participantes para a aplicação segura de produtos fitofarmacêuticos minimizando os riscos para o/a aplicador/a, o ambiente, espécies e organismos não visados e o/a consumidor/a, de acordo com os princípios da proteção integrada. 

Conteúdos Programáticos

BLOCO I – Princípios gerais de proteção de culturas 
 
                      I 1 – Meios de proteção das culturas 
                                I 1.1 – Luta Biológica; 
                                I 1.2 – Luta cultural; 
                                I 1.3 – Luta genética; 
                                I 1.4 – Luta biotécnica; 
                                I 1.5 – Luta química.
 
                      I 2 – Proteção integrada 
                                I 2.1 – Evolução da proteção das plantas; 
                                I 2.2 – Legislação específica; 
                                I 2.3 – Princípios gerais de proteção integrada; 
                                I 2.4 – Estimativa do risco e modelos de previsão; 
                                I 2.5 – Nível económico de ataque (NEA); 
                                I 2.6 – Tomada de decisão; 
                                I 2.7 – Luta química – Seleção de produtos fitofarmacêuticos; 
                                I 2.8 – Registo dos tratamentos realizados (caderno de campo). 
 
                      I 3 – Produção integrada
                                I 3.1 – Princípios da PRODI; 
                                I 3.2 – Estratégias de produção;    
                                I 3.3 – Principais técnicas de produção; 
                                I 3.4 – Regulamentação e registos. 
 
                      I 4 – Agricultura Biológica 
                                I 4.1 – Princípios gerais; 
                                I 4.2 – Regulamento comunitário relativo à agricultura biológica. 
 
BLOCO II – Segurança na Utilização de produtos fitofarmacêuticos, sistemas regulamentares e redução de risco 
 
                      II 1 – Produtos fitofarmacêuticos 
                                II 1.1 – Definição de produto fitofarmacêutico; 
                                II 1.2 – Classificação química; 
                                II 1.3 – Modos de ação; 
                                II 1.4 – Formulação. 
 
                      II 2 – Sistemas Regulamentares dos PF 
                                II 2.1 – Homologação dos produtos fitofarmacêuticos; 
                                II 2.2 – Produtos ilegais- sua identificação; 
                                II 2.3 – Distribuição, venda e aplicação; 
                                II 2.4 – Gestão de resíduos de embalagens e de excedentes; 
                                II 2.5 – Outra legislação aplicável ou complementar. 
 
                      II 3 – Segurança na utilização de produtos fitofarmacêuticos 
                                II 3.1 – Aspetos toxicológicos inerentes à manipulação e aplicação dos produtos fitofarmacêuticos; 
                                II 3.2 – Símbolos toxicológicos e ecotoxicológicos; 
                                II 3.3 – Informação e leitura do rótulo; 
                                II 3.4 – Equipamento de proteção individual (EPI);
                                II 3.5 – Relação entre EPI e as diferentes caraterísticas dos produtos fitofarmacêuticos; 
                                II 3.6 – Alguns sintomas de intoxicação com produtos fitofarmacêuticos. 
 
                      II 4 – Redução do risco no manuseamento e aplicação de produtos fitofarmacêuticos
                                II 4.1 – Verificação das condições de trabalho, condições atmosféricas, material de aplicação a utilizar,  leitura do rótulo; 
                                II 4.2 – Cuidados com a preparação da calda; 
                                II 4.3 – Noção de dose e de concentração da calda; 
                                II 4.4 – Utilização do EPI correto. 
 
                      II 5 – Redução do Risco para o Ambiente, espécies e organismos não visados 
                                II 5.1 – Impacte no ambiente do uso de produtos fitofarmacêuticos; 
                                II 5.2 – Riscos para as espécies e os organismos não visados resultantes da aplicação de produtos fitofarmacêuticos; 
                                II 5.3 – Preparação da calda; 
                                II 5.4 – Eliminação de excedentes da calda; 
                                II 5.5 – Lavagem do equipamento de aplicação; 
                                II 5.6 – Gestão de embalagens e produtos obsoletos. 
 
                      II 6 – Redução do Risco para o consumidor 
                                II 6.1 – Noção de resíduo; 
                                II 6.2 – Limite máximo de resíduo; 
                                II 6.3 – Intervalo de Segurança; 
                                II 6.4 – Exposição do consumidor e cumprimento das indicações do rótulo; 
                                II 6.5 – Controlo de resíduos.
 
BLOCO III – Material de Aplicação 
 
                      III 1 – Material e técnicas de aplicação 
                                III 1.1 – Caraterização do material de aplicação; 
                                III 1.2 – Critérios para escolha do material de aplicação; 
                                III 1.3 – Técnicas de aplicação, calibração e regulação do material de aplicação; 
                                III 1.4 – Arrastamento da calda; 
                                III 1.5 – Cálculo de doses, concentrações e volumes de calda com herbicidas, inseticidas, fungicidas e outros produtos fitofarmacêuticos; 
                                III 1.6 – Conservação e manutenção do material de aplicação. 
 
BLOCO IV – Armazenamento, transporte e acidentes com produtos fitofarmacêuticos 
 
                       IV 1 – Armazenamento e transporte de pequenas quantidades de produtos fitofarmacêuticos 
                                IV 1.1 – Condições e caraterísticas dos locais de armazenamento de produtos fitofarmacêuticos; 
                                IV 1.2 – Perigos e segurança durante o armazenamento. Sinalização; 
                                IV 1.3 – Perigos e segurança no transporte de pequenas quantidades de produtos fitofarmacêuticos. 
 
                       IV 2 – Acidentes com produtos fitofarmacêuticos 
                                IV 2.1 – Prevenção de acidentes; 
                                IV 2.2 – Acidentes de trabalho; 
                                IV 2.3 – Medidas de primeiros socorros 
 
 
 Carga Horária
35 Horas
 
 
 

Objetivos gerais

 Atualizar os participantes para a manipulação e aplicação segura de produtos fitofarmacêuticos, minimizando os riscos para o aplicador, o ambiente, espécies e organismos não visados e o consumidor, de acordo com o novo quadro regulamentar e a inovação técnica ocorrida.

Conteúdos Programáticos

I – Sistemas regulamentares
                      I 1.1 – Autorização de produtos fitofarmacêuticos;
                      I 1.2 – Principais figuras e procedimentos legais relevantes para utilizadores profissionais;
                      I 1.3 – Classificação, embalagem e rotulagem de produtos fitofarmacêuticos (Reg. 1272/2008);

                      I 1.4 – Venda, aquisição e utilização responsável de produtos fitofarmacêuticos.

II – Proteção integrada
                      II 1.1 – Legislação específica e registos (princípios gerais da PI);
                      II 1.2 – A prática da PI e tomada de decisão;
                      II 1.3 – O aconselhamento agrícola;
                      II 1.4 – Avaliação comparativa de produtos fitofarmacêuticos e segurança.
                      II 1.5 – Princípios da PRODI;
                      II 1.6 – Regulamento e registos;

                      II 1.7 – O Cadernos de campo.

III – Modo de produção biológico
                      III 1.1 – Princípios gerais;
                      III 1.2 – Regulamento comunitário relativo ao Modo de Produção Biológico;

                      III 1.3 – A utilização de produtos fitofarmacêuticos em Modo de Produção Biológico

IV – Segurança na utilização de produtos fitofarmacêuticos
                      IV 1.1 – Aspetos toxicológicos inerentes à manipulação e aplicação dos produtos fitofarmacêuticos;
                      IV 1.2 – Noção de dose, concentração e volume de calda;
                      IV 1.3 – Informação e leitura do rótulo;
                      IV 1.4 – Produtos ilegais – sua identificação;
                      IV 1.5 – Equipamentos de proteção individual (EPI);

                      IV 1.6 – Escolha do EPI e as diferentes características do produto fitofarmacêutico;

V – Redução do risco na aplicação dos produtos fitofarmacêuticos
                      V 1.1 – A inspecção periódica de equipamentos;
                      V 1.2 – Características do equipamento de aplicação;
                      V 1.3 – Critérios para a escolha do equipamento de aplicação;
                      V 1.4 – Técnicas de aplicação, calibração, regulação do equipamento de aplicação e inspeção;
                      V 1.5 – Arrastamento da calda e dispositivos anti-deriva.

VI – Redução do risco para o ambiente, espécies e organismos não visados
                      VI 1.1 – Impacto no ambiente do uso de produtos fitofarmacêuticos;
                      VI 1.2 – Risco para as espécies não visadas e medidas de mitigação do risco;
                      VI 1.3 – Segurança na manipulação e preparação de caldas e limpeza de equipamentos de aplicação;

                      VI 1.4 – Gestão de resíduos de embalagens e resíduos de excedentes de PF (produtos obsoletos).

VII – Segurança alimentar
                      VII 1.1 – Limite máximo de resíduos;
                      VII 1.2 – Intervalo de segurança;

                      VII 1.3 – Exposição do consumidor e cumprimento das indicações do rótulo.

VIII – Armazenamento e transporte de pequenas quantidades de produtos fitofarmacêuticos
                      VIII 1.1 – Condições e características dos locais de armazenamento de produtos fitofarmacêuticos;
                      VIII 1.2 – Perigos e segurança durante o armazenamento. Sinalização

                      VIII 1.3 – Perigos e segurança no transporte de pequenas quantidades de produtos fitofarmacêuticos.

IX – Acidentes com produtos fitofarmacêuticos
                      IX 1.1 – Prevenção de acidentes;
                      IX 1.2 – Acidentes de trabalho;

                      IX 1.3 – Sintomas de intoxicação e medidas de primeiros socorros.

Carga Horária

25 Horas
 

Objetivo geral

Capacitar os participantes com conhecimentos, competências e atitudes sobre a organização e supervisão da distribuição, comercialização e aplicação de produtos fitofarmacêuticos, de forma segura e de acordo com as boas práticas fitossanitárias, para atuarem como técnicos responsáveis.

Conteúdos Programáticos

BLOCO I – Princípios gerais de proteção das culturas

                      I 1 – Boas práticas fitossanitárias
                                I 1.1 – Definição;
                                I 1.2 – Princípios gerais;
                                I 1.3 – Eficácia;
                                I 1.4 – Fatores que intervêm na eficácia.

                      I 2 – Meios de proteção das culturas
                                I 2.1 – Luta biológica;
                                I 2.2 – Luta cultural;
                                I 2.3 – Luta genética;
                                I 2.4 – Luta biotécnica;
                                I 2.5 – Luta química.

                      I 3 – Proteção integrada
                                I 3.1 – Evolução da proteção das plantas;
                                I 3.2 – Legislação específica;
                                I 3.3 – Princípios gerais de proteção Integrada (Diretivas em aplicação);
                                I 3.4 – Estimativa do risco e modelos de previsão;
                                I 3.5 – Nível económico de ataque (NEA);
                                I 3.6 – Tomada de decisão;
                                I 3.7 – Luta química – Seleção de produtos;
                                I 3.8 – Registo dos tratamentos realizados (caderno de campo).

                      I 4 – Agricultura biológica
                                I 4.1 – Princípios gerais;
                                I 4.2 – Regulamento Comunitário relativo à Agricultura Biológica.

BLOCO II – Segurança na utilização de produtos fitofarmacêuticos, sistemas regulamentares e redução do risco

                                II 1 – Produtos fitofarmacêuticos
                                II 1.1 – Definição de produto fitofarmacêutico;
                                II 1.2 – Classificação química;
                                II 1.3 – Modos de ação;
                                II 1.4 – Formulação.

                      II 2 – Sistemas regulamentares
                                II 2.1 – Homologação dos produtos fitofarmacêuticos;
                                II 2.2 – Produtos ilegais – sua identificação;
                                II 2.3 – Distribuição, venda e aplicação;
                                II 2.4 – Outra legislação aplicável ou complementar.

                      II 3 – Segurança na utilização dos produtos fitofarmacêuticos
                                II 3.1 – Aspetos toxicológicos inerentes à manipulação e aplicação dos produtos fitofarmacêuticos;
                                II 3.2 – Símbolos toxicológicos e ecotoxicológico;
                                II 3.3 – Informação e leitura do rótulo;
                                II 3.4 – Equipamento de proteção individual;
                                II 3.5 – Relação entre o EPI e as diferentes características dos produtos fitofarmacêuticos;
                                II 3.6 – Alguns sintomas de intoxicação com produtos fitofarmacêuticos.

                      II 4 – Redução do risco no manuseamento e aplicação de produtos fitofarmacêuticos
                                II 4.1 – Verificação das condições de trabalho, condições atmosféricas, material de aplicação a utilizar, leitura do rótulo;
                                II 4.2 – Cuidados com a preparação da calda;
                                II 4.3 – Noção de dose e de concentração da calda;
                                II 4.4 – Utilização do EPI correto.

                      II 5 – Redução do risco para o ambiente
                                II 5.1 – Impacte no ambiente do uso de produtos fitofarmacêuticos;
                                II 5.2 – Riscos para as espécies não visadas resultantes da aplicação dos produtos fitofarmacêuticoS:
                                II 5.3 – Preparação da calda;
                                II 5.4 – Eliminação de excedentes de calda;
                                II 5.5 – Lavagem do equipamento de aplicação;

                      II 6 – Redução do risco para o consumidor
                                II 6.1 – Noção de resíduo;
                                II 6.2 – Limite Máximo de Resíduo;
                                II 6.3 – Intervalo de segurança;
                                II 6.4 – Exposição do consumidor e cumprimento das indicações do rótulo;
                                II 6.5 – Controlo de resíduos.

BLOCO III – Material de aplicação

                      III 1 – Material e técnicas de aplicação
                                III 1.1 – Caraterísticas do material de aplicação;
                                III 1.2 – Critérios para a escolha do material de aplicação;
                                III 1.3 – Técnicas de aplicação, calibração e regulação do material de aplicação;
                                III 1.4 – Arrastamento da calda;
                                III 1.5 – Cálculo de doses, concentrações e volumes de calda com herbicidas, inseticidas, fungicidas e outros produtos fitofarmacêuticos;
                                III 1.6 – Conservação e manutenção do material de aplicação.

BLOCO IV – Armazenamento de produtos fitofarmacêuticos, venda responsável e acidentes

                      IV 1 – Armazenamento e venda dos produtos fitofarmacêuticos
                                IV 1.1 – Segurança das instalações de armazenamento;
                                IV 1.2 – Condições básicas para a construção dos armazéns e dos postos de venda;
                                IV 1.3 – Perigos durante o armazenamento;
                                IV 1.4 – Gestão do armazém;
                                IV 1.5 – Responsabilidades com a arrumação e gestão do armazém;
                                IV 1.6 – Supervisão e formação dos operadores realizada pelo técnico responsável;
                                IV 1.7 – Descarga e arrumação dos produtos no armazém;
                                IV 1.8 – Limpeza do armazém;
                                IV 1.9 – Ventilação;
                                IV 1.10 – Derrames acidentais;
                                IV 1.11 – Equipamentos para lidar com os derrames;
                                IV 1.12 – Stock obsoletos;
                                IV 1.13 – Incêndios, equipamento de deteção e combate a incêndios;
                                IV 1.14 – Planos de emergência;
                                IV 1.15 – Sinalização.

                      IV 2 – Venda de produtos fitofarmacêuticos
                                IV 2.1 – Segurança das instalações de venda;
                                IV 2.2 – Procedimentos a seguir para uma venda;
                                IV 2.3 – Supervisão e formação dos Operadores, pelo Técnico Responsável;
                                IV 2.4 – Informação sobre eliminação de resíduos de embalagens vazias;
                                IV 2.5 – Venda responsável;
                                IV 2.6 – Informação sobre segurança no transporte e armazenamento de pequenas quantidades de produtos fitofarmacêuticos;
                                IV 2.7 – Registo da venda;
                                IV 2.8 – Ato responsável da Venda.

                      IV 3 – Acidentes com produtos fitofarmacêuticos
                                IV 3.1 – Prevenção de acidentes;
                                IV 3.2 – Acidentes de trabalho;
                                IV 3.3 – Medidas de primeiros socorros.

Carga Horária

35 Horas

Objetivo Geral

Atualizar os participantes com conhecimentos, competências e atitudes sobre a organização e supervisão da distribuição, comercialização e aplicação de produtos fitofarmacêuticos, de forma segura e de acordo com as boas práticas fitossanitárias, decorrentes do novo quadro regulamentar e das inovações técnicas.

Conteúdos Programáticos

BLOCO I – Revisão sobre os princípios gerais de proteção das culturas
                      I 1 – Boas práticas fitossanitárias
                      I 2 – Meios de proteção das culturas
                      I 3 – Proteção integrada
                      I 4 – Agricultura biológica
                      I 5 – Produtos fitofarmacêuticos
                      I 6 – Segurança na utilização dos produtos fitofarmacêuticos e minimização do risco para quem
manuseia, aplica, para o ambiente e para quem consome os produtos agrícolas tratados com produtos
fitofarmacêuticos

BLOCO II – Sistemas regulamentares
                      II 1 – Atualização sobre a legislação que regulamenta a autorização de venda, distribuição, venda e
aplicação de produtos fitofarmacêuticos

BLOCO III – Máquinas de aplicação de produtos fitofarmacêuticos e técnicas de aplicação
                      III 1 – Revisão sobre as máquinas e técnicas de aplicação de produtos fitofarmacêuticos
                      III 2 – Prática de campo sobre calibração e uso de diferentes tipos de pulverizadores
                      III 3 – Técnicas de aplicação

BLOCO IV – Armazenamento, venda responsável e acidentes com produtos fitofarmacêuticos
                      IV 1- Armazenamento e venda de produtos fitofarmacêuticos
                      IV 2- Visita a estabelecimento de venda de produtos fitofarmacêuticos e análise crítica das condições de armazenamento e venda
                      IV 3- Simulação de venda responsável

Carga Horária

35 Horas

 

Objetivos Gerais

Capacitar os participantes para a atividade de distribuição e comercialização segura e responsável de produtos fitofarmacêuticos, minimizando os riscos para o aplicador, o ambiente e o consumidor.

Conteúdos Programáticos

I – Produtos fitofarmacêuticos
                      I.1 – Definição de produto fitofarmacêutico;
                      I.2 – Composição/formulação dos produtos fitofarmacêuticos;
                      I.3 – Principais grupos de produtos fitofarmacêuticos.

II – Regulamentação aplicável aos produtos fitofarmacêuticos
                      II.1 – Homologação dos produtos fitofarmacêuticos;
                      II.2 – Distribuição, venda e aplicação;
                      II.3 – Consequências da aplicação da legislação.

III – Segurança na utilização de produtos fitofarmacêuticos
                      III.1 – Aspetos toxicológicos – Toxicidade aguda, sub-crónica e crónica;
                      III.2 – Classificação toxicológica dos produtos fitofarmacêuticos;
                      III.3 – Informação dos rótulos das embalagens de produtos fitofarmacêuticos;
                      III.4 – Caracterização dos equipamentos de proteção individual (EPI).

IV – Minimização do risco para o aplicador, para o ambiente e para o consumidor do produtos agrícolas tratados
                      IV.1 – Minimização do risco para o aplicador
                               IV.1.1 – Cuidados durante a preparação e a aplicação da calda;
                      IV.2 – Minimização do risco para o ambiente;
                                IV.2.1 – Consequências de uma aplicação incorreta;
                                IV.2.2 – Gestão dos resíduos das embalagens vazias;
                      IV.3 – Minimização do risco para o consumidor;
                                IV.3.1 – Noção de resíduo;
                                IV.3.2 – Intervalo de segurança;
                                IV.3.3 – Limite máximo de resíduo;
                                IV.3.4 – Controle dos resíduos.

V – Acidentes com produtos fitofarmacêuticos
                      V.1 – Acidentes de trabalho com produtos fitofarmacêuticos;
                      V.2 – Medidas de primeiros socorros.
VI – Armazenamento seguro de produtos fitofarmacêuticos
                      VI.1 – Requisitos gerais dos armazéns de produtos fitofarmacêuticos;
                                VI.1.1 – Sinalização;
                                VI.1.2 – Derrames acidentais;
                                VI.1.3 – Limpeza;
                      VI.2 – Gestão do armazém;
                                VI.2.1 – Organização e arrumação dos produtos no armazém;
                                VI.2.2 – Gestão das existências;
                                VI.2.3 – Produtos obsoletos.

VII- Venda responsável de produtos fitofarmacêuticos
                      VII.1  – Ato responsável de venda;
                      VII.2  – Alerta do comprador para o uso correto dos produtos.

Carga Horária

25 Horas

Conteúdo do acordeão

Objetivo geral

Capacitar os participantes com conhecimentos, competências e atitudes sobre a organização e supervisão da distribuição, comercialização e aplicação de produtos fitofarmacêuticos, de forma segura e de acordo com as boas práticas fitossanitárias, para atuarem como eventuais técnicos responsáveis ou como formadores.

Conteúdos Programáticos

BLOCO I – Princípios gerais de proteção das culturas

                      I 1 – Boas práticas fitossanitárias
                                I 1.1 – Definição;
                                I 1.2 – Princípios gerais;
                                I 1.3 – Eficácia;
                                I 1.4 – Fatores que intervêm na eficácia.

                      I 2 – Meios de proteção das culturas
                                I 2.1 – Luta biológica;
                                I 2.2 – Luta cultural;
                                I 2.3 – Luta genética;
                                I 2.4 – Luta biotécnica;
                                I 2.5 – Luta química.

                      I 3 – Proteção integrada
                                I 3.1 – Evolução da proteção das plantas;
                                I 3.2 – Legislação específica;
                                I 3.3 – Princípios gerais de proteção Integrada (Diretivas em aplicação);
                                I 3.4 – Estimativa do risco e modelos de previsão;
                                I 3.5 – Nível económico de ataque (NEA);
                                I 3.6 – Tomada de decisão;
                                I 3.7 – Luta química – Seleção de produtos;
                                I 3.8 – Registo dos tratamentos realizados (caderno de campo).

                      I 4 – Agricultura biológica
                                I 4.1 – Princípios gerais;
                                I 4.2 – Regulamento Comunitário relativo à Agricultura Biológica.

BLOCO II – Segurança na utilização de produtos fitofarmacêuticos, sistemas regulamentares e redução do risco

                                II 1 – Produtos fitofarmacêuticos
                                II 1.1 – Definição de produto fitofarmacêutico;
                                II 1.2 – Classificação química;
                                II 1.3 – Modos de ação;
                                II 1.4 – Formulação.

                      II 2 – Sistemas regulamentares
                                II 2.1 – Homologação dos produtos fitofarmacêuticos;
                                II 2.2 – Produtos ilegais – sua identificação;
                                II 2.3 – Distribuição, venda e aplicação;
                                II 2.4 – Outra legislação aplicável ou complementar.

                      II 3 – Segurança na utilização dos produtos fitofarmacêuticos
                                II 3.1 – Aspetos toxicológicos inerentes à manipulação e aplicação dos produtos fitofarmacêuticos;
                                II 3.2 – Símbolos toxicológicos e ecotoxicológico;
                                II 3.3 – Informação e leitura do rótulo;
                                II 3.4 – Equipamento de proteção individual;
                                II 3.5 – Relação entre o EPI e as diferentes características dos produtos fitofarmacêuticos;
                                II 3.6 – Alguns sintomas de intoxicação com produtos fitofarmacêuticos.

                      II 4 – Redução do risco no manuseamento e aplicação de produtos fitofarmacêuticos
                                II 4.1 – Verificação das condições de trabalho, condições atmosféricas, material de aplicação a utilizar, leitura do rótulo;
                                II 4.2 – Cuidados com a preparação da calda;
                                II 4.3 – Noção de dose e de concentração da calda;
                                II 4.4 – Utilização do EPI correto.

                      II 5 – Redução do risco para o ambiente
                                II 5.1 – Impacte no ambiente do uso de produtos fitofarmacêuticos;
                                II 5.2 – Riscos para as espécies não visadas resultantes da aplicação dos produtos fitofarmacêuticos:
                                II 5.3 – Preparação da calda;
                                II 5.4 – Eliminação de excedentes de calda;
                                II 5.5 – Lavagem do equipamento de aplicação;

                      II 6 – Redução do risco para o consumidor
                                II 6.1 – Noção de resíduo;
                                II 6.2 – Limite Máximo de Resíduo;
                                II 6.3 – Intervalo de segurança;
                                II 6.4 – Exposição do consumidor e cumprimento das indicações do rótulo;
                                II 6.5 – Controlo de resíduos.

BLOCO III – Máquinas e técnicas de aplicação
                      III 1 – Máquinas de aplicação
                                III 1.1 – Principais tipos, caraterísticas, constituição e funcionamento;
                                III 1.2 – Critérios para a seleço das máquinas de aplicação;

                      III 2 – Utilização do trator
                                III 2.1 – Motor, transmissão, sistema hidráulico e painel de instrumentos;
                                III 2.2 – Engate e regulações comuns.

                      III 3 – Técnicas de aplicação
                                III 3.1 – Regulação, calibração e afinação das máquinas e material de aplicação;
                                III 3.2 – Arrastamento da calda;
                                III 3.3 – Cálculo de doses, concentrações e volumes de calda com herbicidas, inseticidas, fungicidas e outros produtos fitofarmacêuticos;
                                III 3.4 – Técnicas de aplicação;
                                III 3.5 – Conservação e manutenção do material de aplicação.

BLOCO IV – Armazenamento de produtos fitofarmacêuticos, venda responsável e acidentes

                      IV 1 – Armazenamento de produtos fitofarmacêuticos
                                IV 1.1 – Segurança das instalações de armazenamento;
                                IV 1.2 – Condições básicas para a construção dos armazéns e dos postos de venda;
                                IV 1.3 – Perigos durante o armazenamento;
                                IV 1.4 – Gestão do armazém;
                                IV 1.5 – Responsabilidades com a arrumação e gestão do armazém;
                                IV 1.6 – Supervisão e formação dos operadores realizada pelo técnico responsável;
                                IV 1.7 – Descarga e arrumação dos produtos no armazém;
                                IV 1.8 – Limpeza do armazém;
                                IV 1.9 – Ventilação;
                                IV 1.10 – Derrames acidentais;
                                IV 1.11 – Equipamentos para lidar com os derrames;
                                IV 1.12 – Stock obsoletos;
                                IV 1.13 – Incêndios, equipamento de deteção e combate a incêndios;
                                IV 1.14 – Planos de emergência;
                                IV 1.15 – Visita a armazém;
                                IV 1.16 – Sinalização.

                      IV 2 – Venda de produtos fitofarmacêuticos
                                IV 2.1 – Segurança das instalações de venda;
                                IV.2.2 – Procedimentos a seguir para uma venda correta;
                                IV 2.3 – Supervisão e formação dos operadores de balcão, pelo técnico responsável;
                                IV 2.4 – Eliminação de resíduos e de embalagens vazias;
                                IV 2.5 – Venda responsável;
                                IV 2.6 – Segurança no transporte e armazenamento de pequenas quantidades de produtos fitofarmacêuticos;
                                IV 2.7 – Registo da venda;
                                IV 2.8 – Ato responsável da venda.

                      IV 3 – Acidentes com produtos fitofarmacêuticos
                                IV 3.1 – Prevenção de acidentes;
                                IV 3.2 – Acidentes de trabalho;
                                IV 3.3 – Medidas de primeiros socorros.

Carga Horária

91 Horas

 

 

Objetivo geral

Os formandos deverão conseguir identificar as épocas adequadas para a realização da poda e da enxertia, bem como as diferentes técnicas utilizadas em fruticultura.

 

Conteúdos Programáticos

I – Caracterização morfológica e fisiológica das diferentes espécies frutícolas

II – Ciclo vegetativo, estados fenológicos e hábitos de frutificação

III – Conceitos básicos de enxertia
                      III 1.1 – Épocas adequadas para a realização da enxertia;
                      III 1.2 – Material de enxertia;
                      III 1.3 – Colheita e conservação do material vegetativo;
                      III 1.4 – Tipos de enxertia;
                      III 1.5 – Selecção do tipo de enxertia.

IV – Execução dos diferentes tipos de enxertia

V – Conceitos básicos de poda
                      V 1.1 – Épocas adequadas para a realização da poda;
                      V 1.2 – Material de poda;
                      V 1.3 – Formas de condução e densidade;
                      V 1.4 – Tipos de poda e relação com os hábitos de frutificação das variedades;
                      V 1.5 – Poda de formação;
                      V 1.6 – Poda de frutificação/renovação;
                      V 1.7 – Técnicas de corte, proteção das feridas e sua cicatrização;
                      V 1.8 – Poda em verde e época de realização;
                      V 1.9 – Intensidade da poda;
                      V 1.10 – Monda de frutos, época de realização e técnicas utilizadas.

VI – Diferentes sistemas de condução

VII – Relação entre o tipo de poda e o sistema de condução

VIII – Execução dos diferentes tipos de poda, de acordo com o estado vegetativo, sanidade e sistema de condução escolhido

IX – Boas práticas de segurança, higiene e saúde no trabalho

 

Carga Horária

12 Horas

 

Objetivo geral

Os formandos deverão conseguir identificar as épocas adequadas para a realização da poda e da enxertia, bem como as diferentes técnicas utilizadas em viticultura. 

Conteúdos Programáticos

I – Caracterização morfológica e fisiológica da videira

II – Ciclo vegetativo, estados fenológicos e hábitos de frutificação

III – Noção de vigor e expressão vegetativa

IV – Caracterização das principais castas

V – Conceitos básicos de enxertia
                      V 1.1 – Épocas adequadas para a realização da enxertia;
                      V 1.2 – Utensílios de enxertia;
                      V 1.3 – Afinidade porta-enxertos/casta
                      V 1.4 – Preparação e conservação de material vegetativo
                      V 1.5 – Tipos de enxertia
                      V 1.6 – Enxertos prontos

VI – Execução dos diferentes tipos de enxertia

VII – Diferentes sistemas de condução

VIII – Conceitos básicos de poda e objectivos
                      VIII 1.1 – Formas de condução;
                      VIII 1.2 – Épocas adequadas para a realização da poda;
                      VIII 1.3 – Utensílios e equipamento de poda;
                      VIII 1.4 – Tipos de poda e relação com os hábitos de frutificação das variedades/castas;
                      VIII 1.5 – Tipos de poda – vantagens e inconvenientes;
                      VIII 1.6 – Poda de transplantação;
                      VIII 1.7 – Poda de formação;
                      VIII 1.8 – Poda de frutificação;
                      VIII 1.9 – Poda de renovação e/ou rejuvenescimento;
                      VIII 1.10 – Poda de correcção;
                      VIII 1.11 – Técnicas de corte, proteção das feridas e sua cicatrização;
                      VIII 1.12 – Intensidade da poda;
                      VIII 1.13 – Empa e suas técnicas;
                      VIII 1.14 – Poda em verde e época de realização – desladroamento, desfolha, desponta;
                      VIII 1.15 – Monda de frutos, época de realização e técnicas utilizadas.

IX – Relação entre o tipo de poda e o sistema de condução

X – Execução dos diferentes tipos de poda, de acordo com o estado vegetativo, sanidade e sistema de condução escolhido

XI – Boas práticas de segurança, higiene e saúde no trabalho

 

Carga horária

12 Horas

 

Objetivo Geral

Capacitar os participantes com conhecimentos teóricos e práticos sobre a utilização de lamas de depuração em solos agrícolas e a aplicação das normas determinadas pelo DL nº 276/2009 de 2 de Outubro.

Conteúdos Programáticos

BLOCO I – Enquadramento Legislativo

                      I 1 – Regime geral da gestão de resíduos

                      I 2 – Diretiva nº 86/278/CEE, do conselho, de 12 de Junho

                      I 3 – Regime de utilização de lamas de depuração em solos agrícolas.

BLOCO II – Lamas

                      II 1 – A produção de lamas em Portugal e destinos finais

                      II 2 – Estações de tratamento de águas residuais
                                II 2.1 – Operações e processos de tratamento e tipos de lamas produzido;
                                II 2.2 – Tipos de armazenamento.

                      II 3 – Características das lamas (químicas, físicas e biológicas)
                                II 3.1 – Origem das lamas e métodos de tratamento;
                                II 3.2 – Fatores que influenciam a composição das lamas (tipo de efluente, tipo de tratamento do efluente e tipo de tratamento das lamas);
                                II 3.3 – Mistura de lamas.

                      II 4 – Riscos
                                II 4.1 – De poluição: toxicidade, metais pesados, salinização, eutrofização, nitratos, iões específicios;
                                II 4.2 – Sanitários.

BLOCO III – Solos e Fertilização das Culturas

                      III 1 – Caraterísticas dos solos
                                III 1.1 – Teores em metais pesados, macronutrientes, matéria orgânica, salinidade, sodização e pH;
                                III 1.2 – Declive;
                                III 1.3 – Espessura da camada arável.

                      III 2 – Interesse agronómico das lamas
                                III 2.1 – Noções de nutrição e fertilização;
                                III 2.2 – Colheita e interpretação de análises de terra, foliares, água de rega e de lamas;
                                III 2.3 – Fertilizante e corretivo;
                                III 2.4 – Ténicas de distribuição, espalhamento e incorporaçãio no solo (equipamento de injeção e
espalhamento).

BLOCO IV – Valorização Agrícola de Lamas

                      IV 1 – Técnico Responsável (acreditação, requisitos, ética profissional)

                      IV 2 – Condições de aplicação das lamas para valorização agrícola

                      IV 3 – Normas para a colheita de amostras de lamas, análises a efetuar (parâmetros físico-químicos
e sanitários), frequência das análises.

                      IV.4 – Restrições de aplicação (domínio hídrico, Diretiva Nitratos, ordenamento do território, outras)

                      IV 5 – Gestão das lamas

BLOCO V – Licenciamento da Utilização de lamas em Solos Agrícolas

                      V 1 – Procedimento para o licenciamento

                      V 2 – Plano de gestão de Lamas (PGL)
                                V 2.1 – Elementos necessários à sua aprovação;
                                V.2.2 – Cálculo da quantidade de lamas a aplicar por hectare e por cultura;
                                V 2.3 – Análise e discussão de um Plano de Gestão de Lamas (PGL).

                      V 3 – Declaração do Planeamento das Operações (DPO)

BLOCO VI – Visita de Estudo

                      VI 1 – Instalações de uma ETAR com lamas para valorização agrícola

                      VI 2 – Instalações de um Centro de compostagem em que se utilize lamas de depuração

BLOCO VII – Plano de Exploração – Preenchimento do Caderno de Campo 

                      V 1 – Constituição e normas de preenchimento do caderno de campo

                      V 2 – Registos no caderno de campo

 

Carga Horária

30 Horas

 

Objetivo Geral

No final do curso os formandos deverão conseguir: distinguir as diferentes fases do ciclo de gestão; caracterizar a empresa agrícola, os fatores de produção e os sistemas de custos a utilizar na gestão; aplicar técnicas simplificadas de cálculo e orçamentação, como instrumentos de planeamento e controlo de gestão simplificados.

 

Conteúdos Programáticos

I – Gestão Agrícola
                      I 1.1 – Objectivos como ferramenta de gestão/ciclo de gestão;
                      I 1.2 – Empresa agrícola;
                      I 1.3 – Centro de análise ou responsabilidade;
                      I 1.4 – Estratégias empresariais;
                      I 1.5 – Estratégias de negócio.

II – Fatores de produção
                      II 1.1 – Identificação dos fatores de produção de uma empresa agrícola;
                      II 1.2 – Custo anual – capital fixo inanimado e benfeitorias.

III – Classificação de custos e proveitos
                      III 1.1 – Proveito;
                      III 1.2 – Custo;
                      III 1.3 – Custo total e custo unitário;
                      III 1.4 – Custo afundado.

IV – Ciclos económicos, financeiros e de tesouraria
                      IV 1.1 – Realidade económica, financeira e de tesouraria;
                      IV 1.2 – Utilidade.

V -Métodos e técnicas de custeio
                      V 1.1 – Sistema de custeio;
                      V 1.2 – Métodos contabilísticos.

VI – Indicadores de rendimentos e limiares
                      VI 1.1 – Resultados económicos da actividade;
                      VI 1.2 – Margem total e unitária;
                      VI 1.3 – Limiares de rendibilidade e de encerramento;
                      VI 1.4 – Orçamento de substituição;
                      VI 1.5 – Fatores críticos.

VII – Ferramentas de controlo
                      VII 1.1 – Plano ou orçamento de tesouraria;
                      VII 1.2 – Serviço de dívida a curto prazo;
                      VII 1.3 – Gestão do risco;
                      VIII 1.4 – Gestão por comparação.

Carga Horária

50 Horas